WNBA e sindicato das jogadoras estendem o acordo coletivo de trabalho até o novo prazo de 9 de janeiro.
Aug 19, 2011; Los Angeles, CA, USA; General view of WNBA basketball during the game between the Indiana Fever and the Los Angeles Sparks at the Staples Center. Mandatory Credit: Kirby Lee/Image of Sport-Imagn Images A WNBA e a Associação de Jogadoras da WNBA concordaram, na noite de domingo, em estender seu acordo coletivo de trabalho até 9 de janeiro de 2026 e continuar as negociações para um novo acordo.
O anúncio foi feito pouco antes do vencimento do acordo coletivo de trabalho (CBA, na sigla em inglês), às 23h59 (horário do leste dos EUA) de domingo, sendo esta a primeira prorrogação após o prazo inicial de 31 de outubro. Os jogadores exerceram o direito de rescisão do acordo no ano passado, tendo os salários e o modelo de divisão de receitas como algumas de suas principais reivindicações.
A WNBA, em comunicado à ESPN, anunciou a prorrogação por cerca de 40 dias, "com qualquer uma das partes tendo a opção de rescindir a prorrogação mediante aviso prévio de 48 horas".
A ESPN informou que o sindicato dos jogadores reduziu a proposta de prorrogação de 24 horas para seis semanas, enquanto a liga ofereceu 21 dias antes do novo cronograma acordado.
"Esperamos mudanças significativas por parte da liga dentro desse período", disse o sindicato em um comunicado à ESPN.
A falta de um acordo pode resultar numa paralisação das atividades, com os jogadores entrando em greve ou os proprietários iniciando um lockout.
Eles também poderiam continuar com o atual acordo coletivo de trabalho ou concordar com um novo, embora, segundo relatos, as partes pareçam estar muito distantes nas negociações.
Há duas semanas, segundo diversas reportagens, a WNBA propôs um salário máximo para jogadoras superior a US$ 1,1 milhão. A proposta de acordo coletivo de trabalho (CBA) da liga, que incluiria a divisão de receitas, estabeleceria o salário mínimo em mais de US$ 220.000 e permitiria que mais de uma jogadora por equipe recebesse o salário máximo, de acordo com as reportagens. Os valores aumentariam a cada ano.
De acordo com uma reportagem da ESPN, o salário mínimo da liga para a temporada de 2025 era de US$ 66.079 e o contrato supermáximo era de US$ 249.244.
Segundo a ESPN, a WNBPA não se mostrou receptiva à proposta. Elas preferem um sistema de teto salarial que cresça de acordo com a situação econômica da liga, como na NBA, que vincula o teto salarial diretamente à receita operacional.
Segundo a ESPN, os jogadores também estão priorizando padrões mínimos para as instalações, políticas de viagens fretadas e benefícios ampliados de aposentadoria e planejamento familiar.
Segundo o relatório, a liga busca construir uma lucratividade sustentável após operar com prejuízos no passado, ao mesmo tempo que aumenta os salários dos jogadores e outros gastos, com os proprietários investindo nas operações.
--Mídia de Nível de Campo
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