Storm e Fire se enfrentam no primeiro duelo totalmente do Noroeste desde 2002.
Jun 13, 2026; Portland, Oregon, USA; Portland Fire guard Carla Leite (0) brings the ball up the court as forward Emily Engstler (21) follows during the first half against the Dallas Wings at Moda Center. Mandatory Credit: Jaime Valdez-Imagn Images Apesar da derrota acachapante por 107 a 74 na noite de segunda-feira em Minnesota, o Portland Fire permanece em posição de classificação para os playoffs em sua temporada de estreia.
O Portland (7-9, 1-5 na Commissioner's Cup) busca dar mais um passo nessa direção na noite de quarta-feira, quando receberá o Seattle Storm (3-12, 0-6), que está em má fase, no primeiro confronto entre franquias do Noroeste do Pacífico desde 2002, quando o Fire ainda estava na liga.
Na terça-feira, o Fire estava a um jogo da última vaga nos playoffs da WNBA, atualmente ocupada pelo Los Angeles Sparks. A mistura de veteranas e jogadoras jovens do Portland tem produzido resultados melhores do que alguns esperavam.
"Somos um grupo de jogadoras subestimadas", disse a pivô Megan Gustafson. "Nunca fui realmente respeitada como jogadora de basquete até chegar aqui."
Carla Leite lidera o Portland com 13,7 pontos e 5,3 assistências por jogo, enquanto Bridget Carleton contribui com 13,1 pontos por partida. Carleton vem de uma atuação ruim contra o Lynx, seu ex-time. Ela converteu apenas 1 de 9 arremessos em 26 minutos e marcou três pontos.
Gustafson está com uma média de 11,4 pontos por jogo, a melhor de sua carreira, e convertendo 57,9% de seus arremessos de quadra. Como equipe, o Fire ocupa a quinta posição na liga em aproveitamento de arremessos de três pontos, com 34,1%.
Enquanto isso, o Seattle (3-12) continuou suas dificuldades de início de temporada com um elenco reformulado. A equipe sofreu sua oitava derrota consecutiva na noite de sexta-feira, um revés por 76 a 72 para o Golden State, apesar dos 26 pontos de Natisha Hiedeman, a cestinha da partida.
O ataque tem sido o principal problema do Storm, que ocupa a última posição na liga em pontuação (76,4 pontos por jogo), aproveitamento de arremessos de quadra (40,5%) e assistências por jogo (17,7). Hiedeman está com uma média de 14,7 pontos por jogo, a melhor de sua carreira, sendo a primeira vez em seus cinco anos de trajetória que ela atinge essa marca.
Hiedeman afirmou que Seattle não desistiu apesar da recente queda de desempenho.
"Nós nunca desistimos, independentemente do placar", disse ela. "Essa é uma das grandes qualidades da nossa equipe. Somos muito competitivas. Temos muita garra."
Um ponto positivo tem sido a pivô Dominique Malonga, em seu segundo ano na liga. Ela tem uma média de 14 pontos e 6,3 rebotes em sete jogos.
--Mídia de Nível de Campo
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