A segurança da bola é fundamental para o Fever, com o Mercury em busca de impulso na cidade.

Field Level MediaField Level Media|published: Sun 21st June, 19:39 2026
Jun 20, 2026; Atlanta, Georgia, USA; Indiana Fever guard Caitlin Clark (22) yells at the referee after a call during the game against the Atlanta Dream during the fourth quarter at State Farm Arena. Mandatory Credit: Jordan Godfree-Imagn ImagesJun 20, 2026; Atlanta, Georgia, USA; Indiana Fever guard Caitlin Clark (22) yells at the referee after a call during the game against the Atlanta Dream during the fourth quarter at State Farm Arena. Mandatory Credit: Jordan Godfree-Imagn Images

O Indiana Fever tem um problema de rotatividade de jogadores.

Isso as atormentou em derrotas consecutivas para o Atlanta Dream, mas, na realidade, tem sido um problema durante toda a temporada.

O Fever (9-7) espera cuidar melhor da bola de basquete quando enfrentar o Phoenix Mercury na noite de segunda-feira em Indianápolis.

O Indiana havia vencido quatro jogos consecutivos antes de ser derrotado em uma série de dois jogos contra o Dream na semana passada.

Na quinta-feira, em Indianápolis, o Fever perdeu a posse de bola 18 vezes (resultando em 22 pontos para o Dream). Dois dias depois, a equipe perdeu a posse de bola 19 vezes (resultando em 18 pontos para o Atlanta) na derrota por 113 a 96 para o Dream.

No sábado, o Indiana chegou a liderar por 11 pontos no primeiro tempo, antes de estar perdendo por até 22 pontos no segundo. O Dream transformou uma desvantagem de três pontos no intervalo em uma vantagem de 10 pontos no início do último quarto, após superar o Fever por 28 a 15 no terceiro período.


"Acho que tudo começou com os turnovers", disse a treinadora do Indiana, Stephanie White, sobre a virada no terceiro quarto. "Tivemos 10 turnovers. Elas fizeram nove pontos a partir desses turnovers... Isso deu a elas um pouco de impulso e as motivou. Precisamos encontrar maneiras de nos reagrupar."

Caitlin Clark cometeu cinco turnovers no terceiro quarto e terminou o segundo jogo com sete, depois de ter cometido cinco turnovers na quinta-feira.

"Temos que cuidar da bola de basquete e isso começa comigo", disse Clark.

O Fever tem uma média de 15,5 turnovers por jogo, a segunda pior marca da WNBA. Sua média de 2,7 turnovers a mais do que turnovers forçados também é a segunda pior.

O Mercury (5-12) encerrou uma sequência de quatro derrotas consecutivas ao vencer o Seattle Storm por 93 a 73 no sábado. O Phoenix assumiu o controle da partida com uma sequência de 14 a 0 no início do terceiro quarto.

"Tem sido um começo difícil, e fazia tempo que não tínhamos essa sensação", disse o técnico do Mercury, Nate Tibbetts, sobre a primeira vitória de sua equipe em duas semanas. "... É difícil, quando se está perdendo, manter a esperança."

"Parte disso é estar disposto a permanecer unido como grupo, mas é difícil convencer as pessoas disso quando se está acostumado a vencer e sofrer algumas derrotas. Precisamos desses dias. São dias que nos dão esperança."


--Mídia de Nível de Campo

ad banner
lar a-seguranca-da-bola-e-fundamental-para-o-fever-com-o-mercury-em-busca-de-impulso-na-cidade