Storm e Sky buscam resolver problemas no final do jogo.
Jul 12, 2026; Dallas, Texas, USA; Chicago Sky guard Courtney Vandersloot (22) reacts during the second half against the Dallas Wings at the American Airlines Center. Mandatory Credit: Jerome Miron-Imagn Images A má execução nos momentos decisivos das partidas tem prejudicado o Chicago Sky e o Seattle Storm durante os dois primeiros meses da temporada da WNBA.
Chicago, mandante do torneio, e Seattle tentarão se reagrupar quando as equipes se enfrentarem na tarde de quarta-feira.
O Sky (7-16) retorna à Wintrust Arena após uma viagem de 1-3, cujo recorde poderia ter sido invertido.
Após uma sequência de 12 a 0 no último quarto que ajudou a forçar a prorrogação em Las Vegas, no dia 3 de julho, o Sky marcou apenas quatro pontos no tempo extra e perdeu por oito. No domingo, o Chicago chegou a liderar por oito pontos no último quarto em Dallas, antes de ser derrotado por 96 a 91.
Sydney Taylor liderou o Chicago com 20 pontos contra o Wings, enquanto Azura Stevens (18 pontos, 13 rebotes) e Kamilla Cardoso (12 pontos, 13 rebotes) registraram duplos-duplos.
"O problema é que não estamos conseguindo fazer as jogadas certas quando precisamos", disse a armadora do Sky, Courtney Vandersloot. "É isso que grandes times fazem. Vocês viram em Las Vegas. Vocês viram em Dallas. Grandes jogadoras, grandes times, fazem grandes jogadas nesses momentos decisivos, e nós simplesmente ainda não conseguimos fazer isso."
"Não é culpa de ninguém. Em algum momento, todos nós cometemos um erro do qual gostaríamos de poder voltar atrás. São pequenas coisas como essa que acabam passando despercebidas."
O Storm (6-19) pode confirmar isso. A treinadora Sonia Raman soou muito parecida com Vandersloot ao analisar a derrota do Seattle por 84 a 79 no domingo, em Washington.
"Achei que estávamos quase lá, mas simplesmente não conseguimos superar o obstáculo", disse Raman.
Seattle, que chegou a liderar por seis pontos no início do último quarto, cometeu oito dos seus 19 turnovers no período final e marcou apenas 11 pontos no último quarto, com aproveitamento de 4 em 14 arremessos.
Ainda assim, havia motivos para comemorar, incluindo os 31 pontos, a melhor marca da carreira, da veterana de oito anos Natisha Hiedeman. Ela contribuiu com pelo menos 15 pontos em quatro jogos consecutivos.
Dominique Malonga contribuiu com 10 pontos e 15 rebotes, conquistando seu primeiro duplo-duplo desde 27 de junho e o quinto da temporada. Malonga, no entanto, se repreendeu por ter sido eliminada por faltas e prometeu melhorar sua disciplina daqui para frente.
"Preciso conseguir me manter em quadra", disse ela. "Preciso conseguir jogar com precisão no geral, principalmente nos momentos decisivos."
--Mídia de Nível de Campo
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