Caitlin Clark, de Fever, minimiza a discordância e se concentra em Dream.
May 28, 2026; San Francisco, California, USA; Indiana Fever guard Caitlin Clark (22) talks with head coach Stephanie White during a game against the Golden State Valkyries in the second quarter at Chase Center. Mandatory Credit: David Gonzales-Imagn Images O Indiana Fever e sua estrela Caitlin Clark tiveram bastante tempo para refletir sobre as recentes atuações decepcionantes. O caminho pela frente, porém, não fica mais fácil, já que o Fever recebe o Atlanta Dream, líder da Conferência Leste, na quinta-feira, em Indianápolis.
Indiana (4-4) não joga desde sábado, quando sofreu uma derrota por 100 a 84 para o Portland Fire, fora de casa. Clark marcou apenas seis pontos, igualando sua menor pontuação desde um jogo de três pontos em 2 de junho de 2024.
Clark, a quinta maior pontuadora da liga com 20,1 pontos por jogo e líder em assistências (8,1), teve sua imagem questionada após a divulgação de um vídeo que mostrava uma discussão acalorada com a treinadora Stephanie White durante a segunda derrota consecutiva do Fever. Durante o longo intervalo que antecedeu o jogo de quinta-feira, Clark fez questão de minimizar a discussão.
"São apenas duas pessoas competindo", disse Clark. "Duas pessoas que realmente querem vencer. Essas coisas acontecem o tempo todo. Eu sei que tem uma câmera me filmando e é assim que vai ser. Mas tem muita gente na mídia ou na TV que acha que sabe de muita coisa e está completamente enganada... Steph me apoia mais do que ninguém."
Em quadra, a defesa do Indiana continua sendo um problema. Antes dos jogos de quarta-feira, o Fever estava empatado com o Toronto Tempo como a equipe que mais sofreu pontos na Conferência Leste (89,0 pontos por jogo).
"Acho que é simplesmente uma questão de garra e vontade de jogar na defesa", disse Clark sobre as mudanças necessárias. "Tentamos simplificar porque realmente relaxamos em muitos aspectos da defesa que os treinadores queriam que fizéssemos, e a responsabilidade é nossa como jogadores."
Kelsey Mitchell lidera o Indiana com 20,6 pontos por jogo, enquanto Aliyah Boston tem uma média de 15,9 pontos e 7,4 rebotes, a maior da equipe.
O Atlanta (6-2), por sua vez, chega a Indianápolis com quatro vitórias em seus últimos cinco jogos. Vindo de uma temporada com 30 vitórias, a primeira da história da franquia, o Dream leva esse ímpeto para 2026. Liderado por Allisha Gray (21,1 pontos por jogo) – a terceira maior pontuadora da liga – e Rhyne Howard (19,3 pontos por jogo), não há dúvidas sobre o topo da equipe do técnico Karl Smesko.
"Ambas são jogadoras incríveis", disse Smesko. "Allisha foi eleita para o All-WNBA no ano passado e acho que ela melhorou este ano. Defensivamente, ela elevou o nível. Rhyne está focada. Ela está em um nível diferente. Rhyne tem sido realmente excepcional até agora e espero que continue assim, porque essa tem sido a sua postura durante toda a temporada."
A recém-contratada Angel Reese tem uma média de 13 pontos e 11,3 rebotes por jogo, liderando a WNBA nesse quesito. Reese ultrapassou a marca de 1.000 pontos na carreira na vitória do Dream por 91 a 75 sobre o Connecticut Sun, em casa, na terça-feira.
--Mídia de Nível de Campo
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