Mercúrio e Fogo entram em modo de "tudo ou nada" no confronto.
Jun 5, 2026; Portland, Oregon, USA; Phoenix Mercury forward DeWanna Bonner (24) and Portland Fire forward Nyadiew Puoch (13) battle for a loose ball during the second half at Moda Center. Mandatory Credit: Soobum Im-Imagn Images O Phoenix Mercury e o Portland Fire estão em uma situação delicada. Com cada jogo sendo decisivo, as equipes se enfrentam em Phoenix neste domingo, numa tentativa de manter vivas as tênues esperanças de classificação para os playoffs.
O Mercury (13-22) perdeu três dos últimos quatro jogos, apesar da chegada de Kelsey Plum, e está sete jogos atrás de Dallas (20-15) e Washington (19-14) na disputa pelas duas últimas vagas nos playoffs, faltando nove jogos para o fim da temporada regular. O Fire (14-20) ocupa a nona posição, a 5 jogos e meio da liderança, após vencer três dos últimos quatro jogos.
"Não esperávamos estar nessa situação, mas ainda vamos lutar", disse a ala do Mercury, Alyssa Thomas, cujo time chegou às finais da WNBA na temporada passada, mas não conseguiu ultrapassar 50% de aproveitamento desde a vitória sobre Las Vegas na estreia da temporada.
"Neste momento, o importante é nós e como queremos que seja o resto da nossa temporada. Trata-se de terminar bem, encarando um jogo de cada vez. Não sabemos qual será o resultado."
O Fire está jogando bem. Na sexta-feira, a equipe venceu o Seattle por 84 a 82 fora de casa, fechando a varrida de quatro jogos na temporada, com destaque para os 20 pontos da armadora novata Holly Winterburn, sua melhor marca na carreira. Dois dias antes, o time havia reduzido uma desvantagem de 29 pontos para 78 a 77, antes de perder para o Minnesota por 85 a 81.
"Achei que essa foi a atuação que marcou a carreira de Winterburn", disse o técnico do Fire, Alex Sarama, sobre a jogadora que ainda contribuiu com sete assistências, cinco rebotes e três roubadas de bola.
"Ela tem sido uma peça fundamental nesse grupo de aprimoramento, aprendendo os princípios do jogo tanto no ataque quanto na defesa. Estou muito satisfeito com o desenvolvimento dela."
A melhor marca anterior de Winterburn era de seis pontos, e ela desempenha um papel de reserva atrás das cestinhas Carla Leite (15,5 pontos e 6,2 assistências), Bridget Carleton (14,6 pontos) e Megan DiLeo (12,9 pontos), anteriormente Gustafson.
Leite e Thomas (14,8 pontos e 8,2 assistências) são duas das sete jogadoras da WNBA com média de pelo menos 14 pontos e cinco assistências.
O Mercury venceu o primeiro encontro por 78 a 72, com DeWanna Bonner marcando 19 pontos em 5 de junho, quando as cestinhas Kahleah Copper (20,6 pontos) e Thomas estavam fora por lesão.
Plum (perna esquerda) não participou da vitória do Mercury por 94 a 87 na terça-feira contra seu ex-time, o Los Angeles Sparks, e sua situação é desconhecida.
A estreante Noemie Brochant marcou 24 pontos, sua melhor marca na temporada, contra o Sparks.
"Ela (Brochant) jogou com muita garra a noite toda, e isso foi importante", disse o técnico do Mercury, Nate Tibbetts.
O Mercury obteve sucesso com uma defesa por zona depois de jogar com marcação individual durante grande parte da temporada.
"É uma forma de poupar as pernas", disse Thomas. "Quando conseguíamos parar o ataque adversário, podíamos sair correndo um pouco mais e realmente fazer o que queríamos no ataque. Isso mudou completamente o ritmo do jogo."
--Mídia de Nível de Campo
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